Voltou a circular uma notícia distorcida sobre supostas falhas de execução na obra do Pró-Transporte, na Zona Norte de Natal. É falso que o asfalto da Avenida Tinoco Moema Tinoco está sendo colocado “em cima do barro” e que “não existe uma fundação”. O material aplicado, na verdade, é uma camada de proteção provisória, chamada de emulsão asfáltica, que será posteriormente substituído pelo asfalto definitivo – como já havia sido esclarecido pelo DER (Departamento de Estradas e Rodagem).

O DER explicou ainda que o material preto, com aspecto brilhante, é um ligante que funciona como uma espécie de cola, promovendo aderência entre a base e a camada de revestimento asfáltico. Em seguida, será aplicada a camada definitiva de asfalto, conforme previsto no projeto executivo, elaborado de acordo com as normas técnicas do DNIT (Departamento Nacional de Infraestrutura de Transportes).

Devido à ocorrência de chuvas, a empresa que está executando a obra, seguindo as normas do DNIT, em conjunto com os fiscais do DER, optou por proteger a base e a emulsão já aplicada com uma camada fina de Concreto Betuminoso Usinado a Quente (CBUQ). Essa medida tem como objetivo evitar a infiltração de água – o que poderia comprometer a durabilidade e o desempenho do pavimento.